Esaú e Jacó eram rivais. Desde o ventre os gêmeos lutavam e disputavam suas posições. Deus disse que nasceriam duas nações que se dividiriam.
Seus pais incentivaram esse conflito, aumentando a diferença entre os irmãos: Isaque amava Esaú, porém, Rebeca amava Jacó.
Os defeitos daqueles que estão sob nossa responsabilidade, muitas vezes são perpetuados e ressaltados pela nossa própria ação. Não sei se podemos mudar o destino, mas podemos tomar decisões que ajudem a aliviar e diminuir os conflitos e tensões.
Não precisaria de tanta mágoa, ira, medo e fuga se os pais tivessem unidos e ajudassem os irmãos a viverem com suas diferenças.
Depois de muito sofrimento e separação, Esaú e Jacó se reconciliam, sem a ajuda dos pais. E Jacó disse ao irmão: vejo seu rosto (me aceitando de volta e me perdoando), como se eu tivesse olhando para o rosto de Deus sorrindo para mim.
Era possível, e seria o ideal, que seus pais fossem os reconciliadores entre os dois. Era possível Deus sorrir desde o começo para a família pacificada, com filhos sendo educados a conviver com as divergências e a não alimentar a disputa.
Reflexão no meio de um problema na igreja praticado por pessoas diferentes que aumentavam seus defeitos ao agirem com rivalidade.
Vania Vicente

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